Aspectos da Tendência Antissocial à Luz da Teoria Winnicottiana

“De repente

 Olho-te espantado:
Tu és uma estrela do Mar
Um minério estranho.
Não sei…
No entanto,
O livro que eu lesse,
O livro na mão.
Era sempre o teu seio!

 Tu estavas no morno da grama,
Na polpa saborosa do pão…

 

Mas agora encheram-se de sombra os cântaros

 

E só o meu cavalo pasta na solidão.”

O aprendiz de feiticeiro
Mario Quintana (1906-1994)
 

Índice 

  1. Introdução                                             
  2. A tendência antissocial e o estágio de amadurecimento no qual a criança se encontra 
  3. A tendência antissocial e a delinqüência 
  4. O sintoma e suas manifestações   
  5. O Roubo  
  6. Aspectos do Tratamento e Cura
  7. Considerações Finais
  8. Bibliografia  

 

 

 

 

 

1. Introdução

 

O objetivo do presente trabalho é estudar o aspecto que rege a tendência antissocial, à luz da Teoria Winnicottiana do Amadurecimento.

 

Winnicott, ao trabalhar com crianças antissociais, pode observar a importância do ambiente na constituição do indivíduo. Esta observação levou-o a perceber que a delinquência poderia ser explicada, na sua origem, por uma falha ambiental e não somente por fatores intrapsíquicos.

 

Neste estudo, analisarei a importância do ambiente no desenvolvimento do comportamento antissocial da criança que já apresenta esta tendência.

 

Inicialmente, tentarei estabelecer em que estágio, na linha do amadurecimento, a criança se encontrava, quando ocorreu a falha ambiental, que originou o comportamento antissocial.

 

Num segundo momento, distinguirei a tendência antissocial de delinqüência. E, numa etapa posterior, buscarei descrever como se manifesta o sintoma, na tendência antissocial, analisando para isto uma de suas vertentes – o roubo.

 

Finalizando, pretendo chamar a atenção para os aspectos do tratamento e da cura.

 

Escolhi o poema De repente, de Mário Quintana, para ilustrar o tema do trabalho, pois sua ideia central me remeteu a aspectos da problemática da criança que apresenta um comportamento antissocial.

 

O poema nos fala da transformação de um mundo que outrora era bom e previsível para um  lugar sombrio, preenchido pela solidão, causando espanto e estranheza. Estes sentimentos passam a envolver a criança que apresenta tendência antissocial; é a sensação de perder algo bom e real, com o que pode contar um dia, como por exemplo, os cuidados da mãe.

 

 “Tu estavas no morno da grama,
Na polpa saborosa do pão…
agora encheram-se de sombras os cântaros
E só o meu cavalo pasta na solidão.”

Nestes versos, deparei-me com os sentimentos de perda, solidão e desalento descritos por Winnicott, quando nos apresenta a problemática da criança com tendência antissocial.
A partir da leitura de alguns textos sobre tendência antissocial, de autoria de D.W.Winnicott, encontrei inspiração para me aprofundar no tema, e tentar, através deste trabalho, dar a minha contribuição pessoal para o entendimento da problemática que acomete a criança com este comportamento. 

2. A tendência antissocial e o estágio de amadurecimento no qual a criança se encontra

 

As características centrais do amadurecimento são o ambiente facilitador e a tendência inata do bebê à integração. O ambiente facilitador é constituído da mãe ambiente ou de qualquer outra pessoa que possa fazer às vezes da mãe.

 

 A mãe ambiente, com os seus cuidados na medida certa, ajuda o bebê a integrar as experiências do si-mesmo, tornando-se um Eu Sou. (WINNICOTT, cf.,1958c) 

 

Na base da tendência antissocial, há uma falha ambiental, ou melhor, uma falha da “mãe ambiente”. Winnicott caracteriza a tendência antissocial como um distúrbio, resultado de uma falha ambiental que acometeu a relação mãe-bebê no estágio da dependência relativa.

 

Na linha do amadurecimento, a tendência antissocial se localiza no estágio de dependência relativa, quando já há uma integração, um Eu Sou constituído, aproximadamente entre um e dois anos de idade. (WINNICOTT, 1979)

 

A falha da mãe, para se constituir em um trauma, precisa acontecer de forma sutil ao longo do tempo e se estabelecer como um padrão de comunicação na relação mãe-bebê. A falha se estabelece como trauma, quando interrompe a continuidade de ser do bebê. (WINNICOTT, cf., 1958c)

 

A mãe deve falhar em satisfazer as necessidades instintivas, mas pode ser perfeitamente bem sucedida em jamais deixar que o bebê se sinta desamparado, provendo as suas necessidades egoicas, até o momento em que ele já possua introjetada uma mãe que apoia o ego, e tenha idade suficiente para manter essa introjeção, apesar das falhas do ambiente a este respeito. (WINNICOTT, 1958c)

 

Todo bebê sofre deprivação instintual. A mãe boa falha necessariamente na sua adaptação em satisfazer as exigências instintuais do bebê. No entanto, a mãe que está em sintonia com o seu bebê, não o desampara; e, ao realizar que errou, oferece alguma reparação, e tudo retorna ao estado de tranquilidade anterior.

 

Quando ocorre a tendência antissocial, aconteceu uma deprivação propriamente dita (não uma simples privação), ou seja, deu-se a perda de algo bom, de caráter positivo na experiência da criança até um certo momento, no qual este elemento positivo foi retirado. (WINNICOTT, 1958c)

 

A mãe falha com o seu bebê quando retira o elemento positivo da relação por um período longo demais  para que fosse capaz de  manter viva a memória da experiência.

 

A tendência antissocial tem, na sua origem, uma deprivação. Diferentemente da privação que ocorre num momento anterior e mais primitivo do amadurecimento emocional, a criança que sofre uma deprivação já tem maturidade de ego suficiente para perceber que a falha é do ambiente. A criança entende que algo lhe foi tirado e que a falha é externa a ela – do ambiente.

 

Esse é o ponto de origem da tendência antissocial, e aí se inicia o que toma conta da criança, sempre que ela se sente esperançosa, e compele a uma atividade que é antissocial, até que alguém reconheça e tente corrigir a falha do ambiente.   (WINNICOTT, 1979)

 

A tendência antissocial é, portanto, uma reação da criança à falha ambiental. O comportamento antissocial ocorre quando a criança se enche de esperança, na expectativa por uma reparação proveniente do ambiente pelo dano que lhe foi causado. A deprivação inclui tanto o trauma (quebra na continuidade de ser), como a situação traumática que se prolonga no tempo.

 

 

3. A tendência antissocial e a delinquência

 

Segundo Winnicott, a tendência antissocial não é uma categoria, mas sim um distúrbio psíquico, relacionado a dificuldades inerentes ao desenvolvimento emocional, podendo vir acompanhado às psicoses, às depressões ou às neuroses.

 

A tendência antissocial não é um diagnóstico. Não se pode compará-la, diretamente, com outros tipos de diagnósticos, tais como neurose ou psicose. Pode ser encontrada tanto em indivíduos normais quanto em neuróticos ou psicóticos. (1958c p. 408)

 

É denominada de tendência porque pode não ocorrer se for compreendida logo no início, isto é, se a mãe entender como uma falha sua e corrigir. Neste caso, a tendência não se concretiza.

 

Quando o ambiente não reconhece a falha e não oferece uma reparação, o comportamento antissocial se cristaliza, e a tendência se transforma em delinquência. A psicopatia seria um nível mais avançado da doença.

 

O ato antissocial é um pedido de ajuda da criança, quando ela volta a ter esperança na capacidade de reparação do ambiente.

O ato antissocial, portanto, vem carregado de esperança nas provisões do ambiente. A criança faz um movimento em direção à cura.

 

Ao cometer o ato antissocial a criança tem esperança no retorno dos cuidados do ambiente. Ela sente que o ambiente tem uma dívida para com ela e busca uma reparação dele.

 

O momento de esperança é para a criança, sem este sentimento, a luz no final do túnel, é a possibilidade de retomar o processo de se sentir inteira; é uma tentativa de voltar a um tempo anterior à situação traumática. 

 

Na delinquência, o ambiente fracassa em não entender o pedido de socorro da criança. Uma vez não compreendida, ela se afasta do trauma inicial, e passa a desenvolver habilidade e ganhar experiência na ação resultante do ato antissocial.

 

Na delinquência, a criança já fez uma “carreira” e desenvolveu uma “expertise”, ou seja, os chamados ganhos secundários, os quais afastam a criança do trauma, dificultando o tratamento.

 

O desafio do tratamento consiste em estabelecer contato com a parte saudável da criança, que ainda tem esperança na reparação da falha ambiental. No entanto, na presença de um ambiente suficientemente bom, a esperança sempre retorna.

 

 

4. O sintoma e suas manifestações

 

A manifestação do sintoma na tendência antissocial inclui o roubo, a mentira, a enurese, a encoprese, a destruição de propriedade, e a desordem. A remoção do sintoma é importante para o ambiente, pois ocasiona uma diminuição do estresse, resultando em um alívio que possibilita o holding.

 

O caráter perturbador e desagregador do sintoma é explorado pela criança de forma persistente, provocando reações do ambiente, o que é uma característica essencial e valiosa, uma vez que aponta em direção à saúde e à cura.

 

O trauma na tendência antissocial corresponde ao momento da ocorrência da falha ambiental, superando a capacidade egoica do bebê de absorvê-la, gerando a desintegração.

 

Na desintegração, ocorre a cisão entre os impulsos libidinais e motores (agressividade), provocando distorções na personalidade. A fusão das raízes agressivas com os instintos libidinais representaria a cura.

 

A criança, que pratica o ato antissocial, procura resgatar uma provisão ambiental perdida, busca os cuidados da mãe que sente lhe é devido porque ela é sua criação.

 

No início, a mãe está em total sintonia com o bebê, adaptando-se ativamente às necessidades dele. A criança, neste estágio, não sabe da existência do mundo externo, tudo é parte dela; ela tem a sensação de ser capaz de criar o mundo.

 

A mãe responde à criatividade primária do bebê, tornando-se o objeto que estava ali para ser encontrado e a criança pronta para encontrar. O bebê cria o seio. É somente a partir dessa ilusão inicial de onipotência, que o bebê pode dar sentido à mãe objetivamente percebida.

 

A criança, com comportamento antissocial, busca recuperar a experiência de onipotência de um bebê bem atendido e que se viu, prematuramente, privado ao ser afastado da mãe.  A ilusão de onipotência, mantida pela mãe ambiente, preservou-o de viver a sua extrema vulnerabilidade e dependência.

 

Este sentimento de onipotência, que não pode ser vivido e integrado por uma realidade psíquica favorecida pelo bom ambiente, irá se expressar em atitudes e atos de violência.

 

O contato do bebê com a realidade externa acontece aos poucos, auxiliado pelas suas funções intelectuais e pelas falhas no ambiente (quando a mãe erra ao atender às necessidades do bebê). O bebê começa, então, a se relacionar com um outro ser humano – período da desilusão da onipotência.

 

A busca do objeto e a destruição nos remetem ao período da dependência relativa e às tarefas da mãe, que são sobreviver à destrutividade do bebê e sustentar esta situação no tempo, permitindo-o integrar a instintualidade e a agressividade (motilidade).

 

No ciclo benigno, a mãe objeto (o seio) é algo que o bebê cria, usa e destrói. Quando a ela sobrevive à vivacidade e à voracidade do filho, surge a capacidade de reparar do bebê, possibilitando que seus impulsos instintuais e agressivos se integrem em uma pessoa inteira – o Eu Sou.

 

A percepção da criança da incapacidade da mãe de sustentar e sobreviver à agressividade, contida na instintualidade, consiste na base de sua dificuldade de reunir, dentro de si, os sentimentos de amor e ódio ali presentes.

 

Segundo Winnicott, o grau maior ou menor de perturbação no ambiente causada pela criança antissocial é um aspecto favorável, pois aponta para um potencial de recuperação da fusão entre os impulsos libidinais (instintuais) e motores.

 

 

5. O roubo

 

Nas raízes primitivas do comportamento antissocial está, de acordo com o pensamento Winnicottiano, a esperança de compelir o ambiente a retornar à situação de concessão benigna e a reconhecer sua responsabilidade. Existem duas manifestações da tendência antissocial: o roubo e a destrutividade. Aqui iremos analisar, mais de perto, o roubo compulsivo.

 

A criança que rouba e não tira nenhum prazer com o fruto do seu roubo está doente. Ela não está em busca do objeto roubado, mas sim de algo que lhe falta. “ Está agindo segundo uma fantasia que pertence aos seus primitivos impulsos de amor…” (1947 a p.185). Impulsos estes que lhe permitem sentir que a mãe é uma invenção sua, fruto de sua capacidade de amar.

 

 “A criança que rouba é uma criança em busca da mãe, ou da pessoa de quem ela tem o direito de roubar” (1947a p.185)

 

A mãe que permite ao seu bebê a ilusão de ter criado o seio é para a criança uma invenção realmente sua, que atende às suas necessidades e, por isso, um ser amado e de quem ela tem o direito de roubar.

 

A criança que rouba, o faz porque precisa restabelecer suas relações com o mundo, no sentido de reencontrar a pessoa que se dedicou a ela, adaptando-se às suas necessidades e tendo a ilusão de que ela criou o mundo. O mundo contém aquilo que o bebê precisa e, assim, ele tem a ilusão de onipotência. A mãe sustenta esta ilusão do bebê, estando presente (sendo o objeto a ser encontrado/seio), na realidade externa compartilhada.  

 

A mãe é inicialmente vista como objeto subjetivo para, aos poucos, ser objetivamente percebida pela criança. Quando esse processo de  desilusão ocorre numa rapidez maior do que a capacidade egoica da criança de suportar a perda, ela sofre uma deprivação, perdendo a esperança de que suas necessidades possam ser atendidas, originando um distúrbio de personalidade antissocial, aqui sob a forma da compulsão ao roubo.

 

A criança desiludida em relação ao sentimento de que criara a sua própria mãe, pode iniciar uma compulsão ao roubo, fazer confusões, recusar a defecação no lugar correto, etc. O que a criança necessita, nesta fase, é de uma atenção maior dos pais, que lhe assegure o direito ao amor. Um pedido de explicação da criança, que comete tais atos, não resulta em maiores esclarecimentos, já que ela ignora seus motivos.  Nesses casos a criança quando senti-se coagida a dar uma explicação ela lança mão da mentira. A mentira afasta a criança cada vez mais do contato com os seus sentimentos reais, estes responsáveis pelo ato de  roubar.

 

 

6. Aspectos do tratamento e cura

 

A compreensão de que o ato antissocial é uma expressão de esperança é vital para o tratamento de crianças que apresentam essa tendência. (1958c p.409)

 

A criança antissocial é uma criança que sofreu uma deprivação e, como tal, tem esperança numa reparação do ambiente. O tratamento e a cura consistem no ambiente reconhecer esta dívida que tem para com a criança.

 

A criança que apresenta o comportamento antissocial busca um ambiente que suporte o embate gerado pelo ato antissocial. “Vezes sem-conta assistimos a momentos de esperança serem desperdiçados ou minimizados por um manejo equivocado ou por intolerância”(1958c p.407).

 

Portanto, o ambiente precisa ser testado, várias vezes, na sua capacidade de suportar a agressão, reparar a destruição, e em tolerar o incômodo que tudo isto acarreta. “O tratamento da tendência antissocial não é a psicanálise, mas o manejo, ir ao encontro do momento de esperança e corresponder-lhe” (1958c p409). Ou seja, o ambiente tem que ir no sentido oposto à punição.

 

Quando este processo é percebido no seu estágio inicial, a mãe pode reverter o complexo de deprivação, mimando o seu bebê. Toda a família pode participar e contribuir para a cura. É o ambiente que fornece o novo contexto relacional, onde a criança possa experimentar, junto aos adultos, dando sentido aos impulsos do id e recebendo a compreensão que tinha esperança de encontrar um dia.

 

O tratamento da tendência antissocial exige a não retaliação do ambiente; isto é, o estabelecimento de limites para contenção dos atos antissociais não pode humilhar ou denegrir a pessoa humana. Por exemplo, não se deve exigir confissão de espécie alguma da criança que rouba. A criança que comete o ato de roubar ignora os motivos da compulsão, porque não houve uma integração dos seus impulsos libidinais e motores, ambos contidos tanto na instintualidade quanto na agressividade.

 

 A organização defensiva zela pela permanência da cisão destes impulsos, pois se ela for  desfeita, a criança passa a reviver a situação traumática.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

7. Considerações finais

 

“ Sempre

Jamais se saberá com que meticuloso cuidado

Veio o Todo e apagou o vestígio de Tudo

E

Quando nem mais suspiros havia

Ele surgiu de um salto

Vendendo súbitos espanadores de todas as cores!”

 

 

O aprendiz de feiticeiro,

Mario Quintana (1906-1994)

 

 

A tendência antissocial está relacionada a uma falha do ambiente. No ato antissocial, a criança sem esperança deposita o seu momento de esperança no retorno do ambiente, que foi um dia suficientemente bom e capaz de prover-lhe o que necessitava.

 

Se essa falha é meticulosa, isto é, persiste ao longo do tempo, ela passa a se constituir  em um padrão de comunicação entre a mãe e seu bebê. A falha como trauma pode ser percebida no poema de Mário Quintana – “Veio o Todo que apagou o vestígio de tudo” (tudo representado pelo ambiente bom de outrora). Sendo assim, a criança que apresenta o comportamento antissocial está compulsivamente exigindo, ao mesmo tempo, um reconhecimento e uma reparação do ambiente, o qual precisa retroceder à situação de carência e reconhecer sua responsabilidade.

 

O ato antissocial ocorre quando o ambiente apresenta sinais de esperança de que existe a possibilidade de reparação. O ato antissocial é para a criança sem esperança uma perspectiva de retorno aos cuidados ambientais, ao amor da mãe. Os versos abaixo descrevem, a meu ver, muito bem essa brecha de esperança, que é percebida pela criança, que coloca a sua vivacidade em ação  no ato antisocial 

 

“Quando nem mais suspiros havia

Ele surgiu de um salto

Vendendo súbitos espanadores de todas as cores!”

 

Com pais tolerantes, a criança: “busca a quantidade de estabilidade ambiental necessária para suportar o embate do comportamento impulsivo” (1958c, p.411).

 

O reconhecimento do elemento positivo, na compulsão pelo suporte da tensão gerada pelo comportamento antissocial, possibilita à criança uma certa dose de confiabilidade, em uma atitude humana que permite buscar o suprimento ambiental que se perdeu.

 

Restaurada a confiabilidade no ambiente, a criança volta a ter liberdade de agir, se mover e se agitar, na medida em que passa a integrar os impulsos do id com a energia motora, agora não mais uma ameaça ao ego, mas dentro de um contexto de integração e crescimento.

                       

 

 

 

8. Bibliografia

 

________(1958a) (W6): Textos selecionados. Da pediatria à psicanálise. Rio de Janeiro,         Imago, 2000.

 

________(1958b) [1950] “A agressividade em relação ao desenvolvimento          emocional”, in: Winnicott, 1958a (W6)

 

________(1958c) [1856] “A tendência anti-social”, in Winnicott, 1958a (W13)

 

________(1947a  ) “Roubar e dizer mentiras”, in: Winnicott, 1964a (W7)

 

________(1966c) “Dissociation revealed in a therapeutic consultation” in Winnicott,            1971b (W11) e 1984a (W13)

 

________(1968e) e [1967] “Delinquency as a sign of hope” in: Winnicott, 1986b (W14)

 

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